quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Trabalho de filosofia - Meios de comunicação de massa - Cinema

Cinema

Antes de o cinema ser inventado as primeiras e únicas formas para conservar uma imagem ou registro de movimento eram guardar na memória ou numa pintura ou desenho. E, além disso, indícios históricos e arqueológicos mostram que a preocupação do homem com o registro do movimento é antiga.
Como foi citado anteriormente a pintura e o desenho foram umas das primeiras formas de representar os nossos movimentos e os da natureza. A partir da pintura e do desenho formavam-se figuras e assim se produziam histórias, normalmente do nosso cotidiano. Por exemplo, o jogo de sombras do teatro de marionetes oriental, que é a projeção, sobre paredes, de figuras humanas, animais ou objetos recortados. O operador conta a história e manipula as figuras.
Em 1895, os irmãos Auguste e Louis Lumière inventam o cinematógrafo, que era uma câmera de filmar e projetar imagens em movimento. Com ele foi possível a projeção das imagens para o público, formando assim uma nova arte, o cinema.

Para captar e reproduzir a imagem do movimento, antes do cinematógrafo, foram construídos vários aparelhos, como o da fotografia.
O cinematógrafo fez com que Auguste e Lumière pudessem criar seus filmes, mas eles não possuíam som e sim legenda, e a partir daí surgiu o nome “cinema mudo”. Um dos maiores destaques do cinema mudo foi Charles Chaplin.
Já em 1926, surgiu o cinema com som e eram produzidos, em geral, documentários curtos sobre a vida cotidiana, filmados ao ar livre.
O cinema surgiu na época das cavernas, evoluiu com a criação de objetos e com a tecnologia e a modernidade de hoje em dia o cinema transmite histórias e registra os nossos movimentos com sofisticação e encantamento.
Mas apesar de toda a evolução do cinema, ele muitas vezes se torna algo surpreendente para alguns, pois, infelizmente, há pessoas que nunca presenciaram o encantamento transmitido pelo cinema e suas histórias.


Alunos: Ludmilla, Millena Laís, Natália Azevedo, Natália da Paixão, Thaís, George
 

sábado, 1 de outubro de 2011

Trabalho de Filosofia - Questões do filme Click



Questões

1- Resuma o filme Click e apresente a moral da história. (mínimo 12 linhas)
     Resp: O resumo está na postagem anterior

2- Analise Michael durante e depois do sonho e conclua: será que acontece o mesmo no mundo real? Argumente bem sua resposta!
      Resp: Sim, pois diferente do filme, na vida real no lugar do controle remoto seria uma perda ou um momento difícil que o faria refletir sobre as suas atitudes e mudar radicalmente o seu jeito de ser, assim como no filme.

3- Como você observa o controle remoto da história? Na sua vida também existe um controle. Pergunto: Como você utiliza esse "controle"? Justifique bem sua resposta!
       Resp: O controle da história foi feito para mudar a sua vida de uma maneira boa ou ruim, acelerando e pausando momentos para que possamos torná-los perfeitos. Na vida real o nosso controle são as nossas regras, que foram bem definidas pela sociedade, pois é à partir dessas regras que criamos um comportamento e agimos de acordo com as nossas emoções e a razão de uma maneira equilibrada.

4- O mundo incentiva o homem e a mulher a se comportarem de que forma diante de suas obrigações? A família também não estaria dentro desse conjunto de obrigações?
        Resp: A sociedade implica em dizer que podemos, na maioria das vezes, passar por cima das nossas obrigações e por não querer resolvê-las empurra tudo com a "barriga" e que no final tudo dar-se um jeito ou até mesmo depende-se da sorte. A maioria das pessoas, hoje em dia, não valorizam a sua família ou os poucos momentos em que está com ela, não dando a devida importância que ela merece, a família deveria ser uma prioridade na vida de cada pessoa, mas não é isso que acontece e ficamos por isso mesmo.

5- Qual é o prejuízo quando as pessoas agem de uma maneira semelhante ao Michael Newman?
          Resp: Elas acabam perdendo as pessoas que mais amam e se tornam solitárias; porque quando a pessoa só pensa no trabalho acaba esquecendo da sua família e quando percebe já é tarde demais para mudar de atitude.

6- Quanto mais o homem produz, mais cresce o homem e seu mundo em que viv. Será mesmo assim?! Justifique muito bem sua resposta!
          Resp: Sim. Para provar que é a mais pura verdade, temos o exemplo do filme. Quanto mais Michael “subia um degrau” no trabalho, mais ele se afastava da família e mais queria subir na empresa. Com isso, o filme retrata que na vida real não é tão diferente. Vamos supor que isso aconteça na realidade, um empregado de uma empresa consegue a tão esperada transferência para um cargo melhor. A partir daquele momento que ele percebe que consegue mais do que uma simples transferência, ele corre atrás de algo maior, algo que dê mais dinheiro, e com isso vai se afastando da família e da vida. Mas, isso não significa que ele não possa correr atrás de melhores condições no trabalho e continuar dando a atenção necessária à sua família.

7- Disserte sobre o que você aprendeu nessa unidade, ressaltando aquilo que fez você rever alguns comportamentos pessoais.
            Resp: Nosso assunto dessa unidade, foi o filme CLICK . Aprendemos que nós devemos aproveitar ao máximo a nossa vida , mesmo havendo partes ruins e partes boas . E que devemos também valorizar a nossa familia acima de tudo , porque ela não dura para sempre e graças a ela seremos alguém no mundo. Devemos valorizar tudo o que temos , até as coisas mais pequenas e cotidianas, pois se um dia nós a perdessemos , sentiremos falta.

Alunas: Ludmilla, Millena Laís, Natália Azevedo, Natália da Paixão, Thaís
 
  


Trabalho de Filosofia - Filme Click

Click
Michael Newman era um homem que não estava satisfeito com a sua vida, com isso dava mais valor ao trabalho do que a sua familia. Num dia em uma loja Michael se deitou em uma das camas que estava a venda e logo dormiu. Então começou a sonhar que naquela loja ele havia ganhado um controle. Ao chegar em casa começou a descobrir o que esse controle era capaz de fazer com as suas situações do dia a dia. Michael acelerava as sua brigas com a sua mulher, pausava algumas situações e mudava o que iria acontecer, resumindo, ele pulava vários momentos e fases de sua vida com aquele controle. Mas Michael também conseguiu o que ele queria, que era ter um bom emprego e só viver os bons momentos da vida. Mas Michael se tormou um homem sem coração e acabou perdendo sua mulher e não tinha uma boa relação com seus filhos. Ao perceber o que estava acontecendo, Michael quis mudar, mas já era tarde demais. No casamento de seu filho ele teve um ataque, foi internado, mas naquela noite morreu no meio da chuva e entre seus filhos e ex-mulher. De repente Michael acorda totalmente assustado e se deu conta de que tudo era um sonho e a partir dali ele passou a valorizar a sua familia e mudar totalmente de vida para que não aconteça o que ocorreu no sonho. E naquele mesmo dia ele teve a oportunidade de ter aquele controle do sonho na sua vida real, mas ele quis seguir a sua vida e aproveitar cada momento e fase dela por sua conta.




Moral: Na vida não há só momentos bons, pois sem os momentos que não gostaríamos de viver, não saberíamos valorizar os momentos bons da vida e as pessoas especiais que há nela.

Alunas: Ludmilla, Millena Laís, Natália Azevedo, Natália da Paixão, Thaís