quarta-feira, 8 de junho de 2011

Rosa Parks: não à discriminação racial


Rosa Parks era mulher negra que já havia passado por algumas humilhações desde sua infância até agora, mas que sabia lidar com isso muito bem. Depois de um dia de trabalho cansativo ela se sentou, do lado dos brancos, num dos bancos do ônibus (naquela época os ônibus nos EUA eram divididos em dois lados: um para brancos e outro para negros), mas caso um branco chegasse ela teria que ceder o lugar para ele e esse momento chegou e por não querer ceder o lugar, Rosa foi presa. Ela foi libertada logo, mas ficou indignada com aquilo, pois era isso que acontecia com todos os negros que desobedeciam aquela ordem. Com esse acontecimento Rosa e seus amigos de uma associação para negros fizeram uma revolta sem violência. Como a grande maioria das pessoas que pegavam ônibus eram negros, eles passaram a ir para casa ou trabalho a pé, de táxi ou com outro meio de transporte e assim as empresas de ônibus iriam a falência. E foi o que aconteceu, mas só isso não foi necessário para diminuir o preconceito racial no mundo, foi preciso muitos anos de guarra e esperança para haver a diminução dessa discriminação. Rosa Parks foi uma das mulheres que mais lutou para isso um dia acontecer.

Perguntas sobre o romance:

1- Quem foi Rosa Parks?
     Foi uma das mulheres que mais lutou para acabar com o preconceito racial.

2- O que foi feito para acabar com as divisões nos ônibus?
     Rosa e todos os negros, que eram a grande maioria que pegava ônibus, decidiram não andar mais de ônibus para que as empresas falicem. E isso deu certo, as empresas faliram e as divisões nos ônibus acabaram.

3- O que "os brancos" fizeram para impedir esse movimento que foi citado anteriormente?
     Alguns ameaçavam Rosa e seus amigos por telefone, outros jogaram pequenas bombas na casa de um dos amigos mais próximo de Rosa Parks, ameaçaram também seu marido, Rosa e seu marido foram demitidos de seus empregos por estarem envolvidos nesse movimento.

Grupo: Ludmilla, Millena Laís, Natália Azevedo, Natália da Paixão, Thaís

Aceite as diferenças


O Preconceito é uma discriminação, uma exclusão de uma pessoa, por causa de suas características, de seu modo de pensar sobre determinado assunto, da sua raça ou de suas condições financeiras. O preconceito que mais é praticado é o preconceito racial, mas vamos falar um pouco do preconceito social, que é a discriminação contra a classe social do outro.


Esse preconceito ocorre porque existem pessoas que se julgam superiores aos outros e resumem que a sua opinião sempre será a mais importante. Os ricos só porque possuem mais dinheiro que outros pensam que os direitos são diferentes para ambos, mas os direitos deveriam ser iguais para todos.

 

Grupo: Thaís, Natália da Paixão, Natália Azevedo, Millena Laís, Ludmilla

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Semana de Arte Moderna de 1922

Abaporu - Tarsila do Amaral

        A Semana de Arte Moderna ocorreu no Teatro Municipal de São Paulo, em fevereiro de 1922 e contou com a participação de escritores, artistas plásticos, arquitetos e músicos, tendo como objetivo mostrar as novas tendências artísticas que já estavam conhecidas na Europa e para renovar o ambiente artístico e cultural da cidade. O idealizador desse evento foi o pintor Di Cavalcanti.


      A Semana de Arte Moderna marcou época por apresentar novas idéias e conceitos artísticos, como a poesia através da declamação, que antes era só escrita; a música por meio de concertos, que antes só havia cantores sem acompanhamento de orquestras sinfônicas; e a arte plástica exibida em telas, esculturas e maquetes de arquitetura, com desenhos arrojados e modernos.


        Nesse evento havia pinturas como aquela que coloquei no início da postagem e além disso havia poesias como essa:



Poesia de Oswaldo de Andrade

Canto de regresso à pátria
Minha terra tem palmares
Onde gorjeia o mar
Os passarinhos daqui
Não cantam como os de lá
Minha terra tem mais rosas
E quase que mais amores
Minha terra tem mais ouro
Minha terra tem mais terra
Ouro terra amor e rosas
Eu quero tudo de lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte pra São Paulo
Sem que veja a Rua 15
E o progresso de São Paulo.

       Apresentamos e falamos sobre esse evento e dos artistas participantes na sala de aula. Além de falar, mostramos 2 cartazes: um com poesias como essa que acabamos de mostar e outro com pinturas de vários artistas.
Grupo: Ludmilla Maggessi, Millena Laís, Natália Azevedo, Natália Paixão, Thaís.